Boletim de 23 de outubro: proposta, risco e agente
Esta semana os dois artigos pedem a mesma coisa, de lados diferentes da mesa: dizer em voz alta o que você não sabe. Na proposta de honorários, é o pedreiro que avisa que atrás da parede pode ter cano; o cliente que queria ouvir “pode ficar tranquilo” ouve os riscos, com o pior cenário e o custo ao lado do que ele espera recuperar, porque nós não vendemos resultado. No agente que processa um lote de contratos, é a regra zero: o que ele não achar vira “não encontrado”, e não um percentual bem razoável que ele inventou. Nos dois testes a ferramenta ajudou e também errou, marcou como risco coisa que era palpite e decidiu sozinha o que devia ter perguntado, então a conferência e a assinatura continuam suas. Se você já disse um risco ao cliente antes da assinatura e isso mudou a conversa, para o bem ou para o mal, responda este e-mail contando como foi.
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